“A morte inventada”

alienacao-parental“A chamada Síndrome de Alienação Parental (abreviada como SAP) é um termo cunhado por Richard A. Gardner no início de 1980 para se referir ao que ele descreve como um distúrbio no qual uma criança, numa base contínua, cria um sentimento de repúdio a um dos pais sem qualquer justificativa, devido a uma combinação de fatores, incluindo a doutrinação pelo outro progenitor (quase exclusivamente como parte de uma disputa da custódia da criança) e as tentativas da própria criança denegrir um dos pais” (Wikipédia)

A alienação parental é uma síndrome que ocorre, geralmente, após a separação do casal, casado ou que viva em união estável. Em função do grande número de casos observados pela comunidade médica e jurídica, foi criada em 2010 uma lei que dispõe sobre esta síndrome.

O documentário “A morte inventada” mostra uma realidade repleta de angústia para todos os envolvidos com a SAP. As práticas colaborativas, por ter uma abordagem não adversarial, evita que os cônjuges, durante e após o divórcio/separação, queiram denegrir o outro de forma sistemática. Tendo como base a confiança, os profissionais colaborativos trabalham para que a relação de conjugalidade termine sem comprometer a relação de parentalidade. Esta deve ser preservada a todo custo por todos, evitando-se, assim, as morte inventadas.

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